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UTILIZAÇÃO: cão de caça e corrida.
APARÊNCIA GERAL: um cão de porte grande, poderoso e musculoso, seguramente mais forte e menos fino na forma que os demais lebréis de pêlo curto (contudo ele não deve ser pesado nem letárgico). Na sua aparência, ele é semelhante ao lebrel asiático, seu ancestral.
A poderosa estrutura, o tronco curto, a inconfundível musculatura e os poderosos maxilares mostram que esse cão tem sido usado para caçadas nas difíceis condições climáticas da Polónia.
A expressividade dos olhos, com o olhar incisivo e penetrante revelam o importante papel no seu aspecto geral.
TEMPERAMENTO/ COMPORTAMENTO: autoconfiante, corajoso, reservado e valente. Quando em caça é rápido, muito habilidoso e incansável. Em acção ele reage rápida e brutalmente.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: a proporção do comprimento do corpo com relação `a altura da cernelha deve ser de 10,2-10,3 : 10.
REGIÃO CRANIANA: cabeça forte, seca e longa. Crânio achatado. "Stop" pouco marcado.
REGIÃO FACIAL:
Olhos: os olhos escuros são desejáveis; de acordo a pelagem do cão, a cor da íris varia em tons que vão do marrom escuro ao âmbar; são expressivos, grandes e ligeiramente amendoados.
Focinho: forte. Afinando até a trufa de maneira tão suave que não dá a impressão de ser pontiagudo.
Trufa: preta ou escura, de acordo com a pelagem. A posição da trufa é de preferência um pouco abaixo da linha da canha nasal. As linha superiores do focinho e do crânio devem ser ligeiramente divergentes.
Mandíbulas/ Dentes: maxilares e dentes fortes. Mordida em tesoura.
Lábios: secos, não pendentes.
Orelhas: De tamanho médio, bastante estreitas; si são viradas para frente, suas extremidades tocam facilmente os ângulos internos dos olhos.
PESCOÇO: longo musculoso, poderosos, de seção transversal oval, elevando-se suavemente da linha dos ombros. O porte da cabeça preferencialmente alto (O Lebrel Polonês, em repouso, porta a cabeça ligeiramente mais baixa do que o Greyhound).
TRONCO:
Linha superior: recta na região torácica, suavemente arqueada na região lombar. Nas fêmeas, a linha superior quase recta na região lombar não é considerado falta.
Cernelha: pequena, mas marcada.
Dorso: recto.
Lombo: largo e musculado.
Garupa: inclinada, ligeiramente caída, longa, musculada e larga; as pontas do íleo bem afastadas.
Peito: a caixa torácica é muito espaçosa e profunda (o ideal é a caixa torácica alcançando a ponta do cotovelo na região do esterno), moderadamente largo visto de frente; as costelas Esterno longo.
Costelas: devem ser arqueadas em direcção a garupa, claramente arqueada, sem ser em barril. Costelas longas, oblíquas em relação à viga vertebral.
Ventre: esgalgado.
CAUDA: franjada, longa, grossa na raiz, em repouso portada baixa; a ponta da cauda deve ficar em forma de foice curvada para cima ou formando um anel completo. Às vezes, quando em repouso, a cauda pode pender recta, mas nunca excessivamente como a cauda de vaca. Em movimento, a cauda pode ser portada mais alta, mas a base da cauda não deve ser portada num nível mais alto que o do lombo.
MEMBROS ANTERIORES: longos, esguios, musculados, não muito afastados: vistos pela frente paralelos.
Antebraços: longos; a proporção entre a ponta do cotovelo e o solo em relação à altura na cernelha deve ser cerca de 54%, e ser equilibrada de maneira que o cão não pareça ser excessivamente pernalta.
Metacarpos: ligeiramente inclinados em relação ao solo.
Patas: ovais, com dígitos compactos e bem arqueados.
MEMBROS POSTERIORES: longos, musculados, muito bem angulados, ligeiramente inclinados para trás e ligeiramente afastados, mas evidentemente menos que o Greyhound. Visto por trás, os membros devem ser paralelos.
Coxas: longas.
Jarretes: fortes.
Patas: ovais, ligeiramente maiores que as anteriores: dígitos apertados, compactos.
MOVIMENTAÇÃO: o movimento deve ser fluente e enérgico; a angulação apropriada dos membros proporciona o alcance do membro bem à frente e uma passada com boa cobertura de solo tanto a passo quanto a trote. O Lebrel Polonês a passo lento pode fazer o passo de camelo, mas com a aceleração da velocidade, ele deve voltar à passada normal de trote em diagonal. O movimento dos posteriores é uma das características; a passada pode fazer uma trilha única em trote lento o que não é uma falta.
PELE: bem ajustada e elástica.
PELAGEM:
Pêlo: é saltada ao toque, preferencialmente áspera, sem ser de arame, sem ser sedosa também. De comprimentos variados ao longo do corpo. Na cernelha a pelagem pode ser mais longa, mais curta nos flancos; no esterno e nos membros é mais curta. No abdome mais delicado, mais esparsa. Nos culotes e ao longo da linha inferior da cauda o pêlo é mais longo, mas ainda áspero, formando modestos calções e um pincel.
Cor: todas as cores são admitidas. A orla das pálpebras e a trufa preta ou escura; quando a cor da pelagem é mais clara, isto é, azul ou bege, a trufa combina com o azul ou bege.
TAMANHO: a altura na cernelha varia, nos machos, entre 70 e 80 cm. Nas fêmeas varia entre 68 e 75 cm.
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